Um começo
Malu era vista como uma menina quieta, educada e aluna exemplar. Mas, o que ninguém sabe é que Malu é do tipo inquieta, com impulsiva e intensa, com vontade de explorar o mundo e mudar pessoas, ela é muito pequena para as pessoas já colocarem seus rótulos.
Malu tinha vergonha de suas possíveis notas baixas, de suas dúvidas “sem sentido” e tinha medo do que as pessoas iriam pensar dela. Malu era cheia de vontades, mas também era cheia de medos. Seus olhos lacrimejavam quando alguém pronunciava seu nome para responder qualquer questão de um exercício na aula; ela chorava quando olhavam feio e quando falavam que ela estava errada.
Era muito pequena e nova para entender o que isso significava. Era muito nova para conseguir trabalhar seu emocional. Malu não compreendia o motivo das brigas de seus pais, da certeza que a irmã tinha que ela iria aprender as coisas sozinha. Malu não sabia o significado de tanta coisa, era uma criança. E, como toda criança, se entregava às brincadeiras.
Por ser calada e quieta, Malu não tinha muitos amigos, na verdade, não fazia questão de quantidade. Tinha sua irmã como aliada em todas as brincadeiras e uma ou outra coleguinha de sala para brincar na escola. Malu não encarava a vida. Mas, alguma criança o faz?
Malu ainda tem muito o que crescer...
Muitas crianças o fazem. Qualquer dia coloco um texto falando sobre isso, de um lugar que eu fui.
ResponderExcluirCadê mais?
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